Boa Noite! Segunda-feira, 20 de Maio de 2019

utadores, jogadores de futebol, pilotos de fórmula 1 – existem profissões que oferecem um risco maior de pancadas na cabeça. Mas o perigo, na verdade, existe para todos no dia a dia, seja num acidente de automóvel ou até mesmo numa simples queda dentro de casa. No Bem Estar desta quinta-feira (16), a pediatra Ana Escobar e o neurologista Tarso Adoni explicaram as consequências disso e deram dicas de como identificar a gravidade.
Segundo os médicos, bater a cabeça é sempre um sinal de alerta – podem ocorrer, porém, duas situações: se nenhum vaso ou artéria romper, pode surgir um galo e só o gelo já resolve.
Por outro lado, se houver rompimento de algum vaso, o sangue pode vazar para o cérebro, levando a sintomas, como vômito e sonolência, sem que a pessoa já esteja com sono.
É possível ainda que o paciente tenha perda de consciência e memória, sinal de gravidade do trauma, como alertou o neurologista. Essa perda acontece porque, ao bater a cabeça, algumas regiões do cérebro responsáveis pela criação de novas memórias podem parar de funcionar, impedindo que ela se lembre do que aconteceu momentos antes e depois do trauma.
Podem acontecer também outros sintomas, como fraqueza, amnésia, alteração da visão e desorientação, por exemplo. O neurologista Tarso Adoni alerta que se a pessoa tiver apenas um desses sinais, ela deve ir imediatamente ao médico porque isso já pode indicar algum problema mais grave. No caso das crianças, é importante que os pais as observem por 48 horas depois do trauma – não é necessário deixá-las acordadas, mas é importante checar mudanças de comportamento e sinais vitais enquanto elas dormem. De qualquer maneira, é importante evitar acidentes, como alertou a pediatra Ana Escobar, com proteções e alguns cuidados em casa.

Fonte: G1.com

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